Cura do câncer

Cura do câncer
Cura do câncer

Tudo sobre a Cura do câncer, seus mitos e verdades!

Um único medicamento pode acabar com a doença?

Recentemente, a liberação da fosfoetanolamina sintética gerou diversos debates e discussões. A medicação produzida pela Universidade de São Paulo (USP) pode representar um grande avanço para quem luta contra a doença. Mas, há quem acredita que esse medicamento para Cura do câncer de qualquer tipo. Mas, será que um único remédio pode mesmo lutar adequadamente contra mais de cem variações da mesma doença? De acordo com especialistas, a resposta até o momento é negativa.

O presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, o médico Gustavo dos Santos Fernando, alega que é errado classificar o câncer como uma doença, já que se trata de uma série de mais de cem variações que são tratadas de maneira diferentes.

De acordo com Fernandes, é preciso levar em consideração que cada câncer aparece e afeta um órgão ou uma região do corpo de maneira distinta. Desta maneira, é preciso o uso de várias medicações. Afinal, os genes envolvidos por um tumor são diferentes nas áreas do corpo afetada e cada órgão é atingido diferentemente. Não existe um único componente com a capacidade de tratar todas essas variações.

Mito da pílula milagrosa e a cura do câncer

A confiança na capacidade de cura da fosfoetanolamina sintética relembra o mito da pílula milagrosa para Cura do câncer, bastante comum no início do século passado, de acordo com especialistas. Porém, a ciência moderna está no caminho inverso ao ofertar cada vez mais componentes específicos de remédios segundo os efeitos da doença.

Nos vários fatores celulares que podem originar o câncer é bastante complicado criar uma única medicação, o que é mais usado hoje em dia é uma estratégia individual com uma grande variedade de remédios para um tratamento personalizado.

Cenário do Câncer em todo o Brasil

O câncer é caracterizado pelo surgimento caótico de células que invadem os tecidos e os órgãos do corpo. Por se espalharem com muita velocidade, quase de uma maneira incontrolável, esses genes dão origem aos tumores malignos que podem se propagar para outras áreas do organismo. E esses tumores podem aparecer em distintos tipos de células.

Hoje em dia, o tratamento de combate ao câncer é realizado através de uma ou de diversas modalidades mescladas. A principal delas é a cirurgia, que pode ser efetuada em conjunto com a realização da quimioterapia, da radioterapia e ou ainda do transplante de medula ósseo. Porém, o tratamento mais adequado leva em consideração o local, o tipo do câncer e o alcance de toda a enfermidade.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) há a estimativa de 576 mil novos casos de câncer, inclusive os casos de pele que não são de melanoma, aparecem a cada ano. E, infelizmente, existe o cálculo de que aproximadamente 190 mil pessoas falecem todos os anos por causa de algum tipo de câncer.

Quando se trata do câncer de pele do tipo não-melanoma existe a estimativa de que será o mais recorrente em toda a população brasileira, com o aparecimento de 182 mil novos casos. Na sequencia aparecem os tumores de próstata (90 mil novos casos), de mama feminina (57 mil novos casos), colon e reto (33 mil novos casos), de pulmão (27 mil novos casos), de estômago (20 mil novos casos) e de colo do útero (15 mil novos casos).

Entre os tumores que devem provocar mais falecimento aparecem o câncer de pulmão (24.490 mortes); câncer de cólon e reto (15.415 mortes), câncer de mama feminina (14.206 mortes); câncer de estômago (14.182 mortes); câncer de próstata (13.772 casos mortes) e o câncer de colo do útero (5.430 mortes).

Por isso, a prevenção ainda é a melhor maneira de tratar essa doença. Sempre que você sentir algum estranho ou um funcionamento diferente do seu organismo procure por ajuda médica.