Câncer no Sangue

Câncer no Sangue
Câncer no Sangue

Tudo o que você necessita saber sobre o câncer no sangue

O linfoma é um tipo de câncer o sangue e um dos mais comuns entre os adultos. No Brasil, são descobertos 12 mil casos todos os anos. A leucemia, outro tipo de câncer que ataca as células sanguíneas, conta com uma média de dez mil novos casos por ano, sendo muito menos comum nos adultos com apenas 2% dos atingidos. Infelizmente, se trata de um câncer mais freqüente em crianças, especialmente, em sua maneira mais grave.

Os especialistas admitem que, em geral, o diagnóstico dos cânceres de sangue, com exceção dos mais agressivos que levam os pacientes aos hospitais rapidamente, ainda é muito demorado no país. Em média, são oito meses entre o surgimento do primeiro sintoma e a descoberta do paciente.

Para quem sofre de um câncer no sangue é um tempo muito grande. Afinal, todo o paciente tem pressa. Parte desse problema está com os médicos pelo pouco conhecimento a respeito dos sinais da doença, tanto por médicos dos plantões quanto da própria população.

Normalmente, as pessoas sentem o primeiro sinal e se encaminham para os pronto-socorro, que não se tratam do melhor local. E lá, dificilmente, um médico suspeitará imediatamente de um câncer, até porque a probabilidade é extremamente pequena.

Tipos mais comuns de câncer de sangue

Entre os tipos mais frequentes de câncer de sangue aparecem os linfomas, as leucemias e o mieloma múltiplo. Esse último acaba atingindo as células plasmáticas e aparece mais entre as pessoas idosas. Em se tratando de linfomas e de leucemias, as características são vastas.

Para o linfoma, há os Hodgkin, graves, mas, quase sempre curáveis e os não-Hodgkin, que representam a maioria esmagadora dos casos. O desenvolvimento é muito mais devagar, apesar de se tratar de uma doença que tem mais resistência a quimioterapia. Enquanto que a leucemia pode ser linfóide ou mielóide, crônica ou aguda, subtipos que registram diferentes sintomas, tratamentos e evolução.

O principal problema, porém, é que não é sempre que os linfomas e as leucemias registram sintomas em seus primeiros estágios. O não-Hodgkin do tipo células T só demonstra sinais de sua evolução quando a enfermidade já está em um nível avançado.

Muitas vezes, os pacientes levem meses para perceber qualquer mudança no seu corpo ou no seu organismo. E nesse ponto, apesar do estado clinico do paciente ainda ser razoável, a enfermidade já pode ter evoluído.

Outro caso de doença sem sintomas é a leucemia crônica. Alguns tipos de leucemia apenas são descobertas em exames de rotina, pois indicam nenhuma mudança no paciente.

Câncer de sangue: Cada caso é um caso

Como essas doenças assintomáticas se tratam de uma minoria, há uma grande diversidade de outros tumores do câncer que não apenas despertam o interesse de pesquisas médicas como tem auxiliado os especialistas a avançar muito em busca de tratamentos menos invasivos.

Afinal, o tecido sanguíneo é muito acessível, já que o medico necessita apenas retirar uma pequena quantidade de seu paciente. É, justamente, por isso, que a medicina evolui rapidamente no combate aos cânceres no sangue.

A doação de medula óssea também pode ser uma forma de auxiliar os pacientes. O doador necessita ter entre 18 e 55 anos. Após o cadastro, são recolhidas do doador somente 10 ml de sangue. Posteriormente, a amostra é submetida a um exame laboratorial, que estabelecidas as suas características. E essas informações ficam arquivadas em um cadastro nacional, chamado Redome.

Pacientes com câncer no sangue têm ajuda na Abrale


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